A casa por inteiro.
Alétheia, em grego, é a verdade que se revela.
Não é "a verdade" como conceito abstrato. É o ato de trazer à tona o que estava enterrado. O oposto do silêncio organizacional, do canal de denúncia que existe só para constar, do relatório que ninguém defende.
A escolha do nome carrega o que a firma faz: ajudar empresas a não enterrar o que precisa vir à superfície.
Existem milhares de programas no papel. Funcionando, são poucos.
A Lei 14.457/22 obrigou as empresas com CIPA a ter canal de denúncia. A NR-1 revisada obrigou a gestão de risco psicossocial. O resultado prático: milhares de programas de integridade existem em documento, mas pouquíssimos funcionam na vida real.
A diferença raramente está no documento. Está no que a empresa faz com a denúncia depois que ela chega. Da triagem ao retorno ao denunciante, passando por investigação, decisão e mudança.
A Alétheia existe para esse depois. Para que a denúncia vire investigação. A investigação vire decisão. E a decisão vire mudança real, com trilha auditável e prazo razoável.
Quatro princípios que sustentam todo engajamento.
Tudo o que acontece deixa rastro defensável. Quem perguntou, quem decidiu, quando, por quê. Sem isso, não há programa de integridade.
Investigação que se arrasta não protege ninguém. Cada etapa tem prazo, e o prazo é cumprido.
Apuração termina em decisão concreta, não em relatório arquivado. A liderança comunica e sustenta.
Quem denuncia escolhe o nível de exposição. Quem é investigado é tratado com dignidade. Os dois eixos não são opcionais.
A Alétheia é formada por três advogados sócios com prática em compliance, investigação interna e direito do trabalho, e um sócio de tecnologia e operação responsável pela plataforma e pela infraestrutura. A combinação cobre o ciclo do programa de integridade sem terceirizar nenhum pedaço crítico.
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