NR-1 e riscos psicossociais
A fiscalização da NR-1 revisada entrou em vigor em 26 de maio de 2026, e o risco psicossocial passou a integrar o inventário de riscos. Quem não tem fica exposto a auto de infração e a responsabilização em caso de adoecimento ocupacional.
O que a norma exige
Levantamento estruturado de exposição: sobrecarga, assédio, intimidação, conflito ético. Com método e amostragem, não por impressão.
A parte psicossocial precisa constar do PGR, em formato auditável pelo Ministério do Trabalho.
Priorização das vulnerabilidades, com responsáveis, prazos e indicadores. Sem isso o inventário não sustenta uma fiscalização.
Mecanismos de escuta, gatilhos de alerta e revisão periódica. A norma cobra gestão contínua, não um documento entregue uma vez.
O que a fiscalização olha
O risco psicossocial precisa estar levantado com método declarado e amostragem, não por percepção da liderança.
Cada risco identificado precisa ter medida, responsável e prazo dentro do PGR.
Registro do que foi feito, quando e por quem. Plano sem evidência de execução não conta.
Onde a Alétheia entra
Esta página é material de referência sobre a norma, não uma oferta de consultoria de NR-1. O que a Alétheia faz é o canal de denúncia com a apuração conduzida por advogados.
Os dois temas se encostam: assédio e conflito ético são fatores de risco psicossocial, e empresa com CIPA já é obrigada pela Lei 14.457/22 a manter canal e apurar. Um canal que recebe e não apura deixa o fator de risco de pé.
Sua empresa está pronta para a fiscalização?
Faça o diagnóstico de integridade em 5 minutos. Você recebe um relatório com o status de cada área e o que priorizar.